História

Idealismo e entusiasmo foram alguns dos requisitos que levaram, em 1965, os estudantes de Medicina João Carlos Di Genio e Dráuzio Varella e os médicos Roger Patti e Tadasi Itto a fundar um pequeno curso preparatório para as faculdades de Medicina, na região central da cidade de São Paulo.

O sucesso alcançado nos exames daquele ano pelos alunos por eles preparados fez com que, já em 1966, o Curso Objetivo fosse um dos maiores da cidade. A intenção sempre foi o desenvolvimento de um projeto educacional mais abrangente; por isso, a partir do pequeno curso preparatório, o Objetivo transformou-se na maior instituição de ensino do Brasil.

O Objetivo começou em Santos, pelo Cursinho, na Unidade Conselheiro Nébias, em 2 de janeiro de 1977, por meio da iniciativa de dois professores, empreendedores e irmãos: Sueli Elias e Moisés Elias. Logo no primeiro ano, as salas de aula ficaram lotadas. Eram alunos que tinham o “sonho dourado” de frequentar as grandes Universidades Públicas do país e precisavam estar preparados para os difíceis Vestibulares da época.

Tinham, à sua disposição, professores criativos, que elaboravam um material didático exclusivo e davam aulas nada convencionais. O sucesso foi tão grande, que só fez fomentar a necessidade de se criar uma Escola voltada para o mundo, para o futuro.

Missão

Promover educação plural e empreendedora, com sensibilidade e responsabilidade social, pautada pela ética e cidadania, desenvolvendo talentos e o estímulo à pesquisa, e formando gestores do conhecimento. Formar cidadãos pensantes e atuantes, conscientes de seu papel na sociedade brasileira e no mundo, promovendo o espírito cívico. Respeitar diferenças entre as pessoas, sem distinção.

Visão

Ser a melhor instituição de ensino do Estado de São Paulo, tornando-se referência para todo o Brasil.

Valores

» Ética;
» Cidadania;
» Respeito;
» Inovação;
» Capacitação permanente;

O mundo atual impõe aos educadores e aos jovens a tarefa de absorver as novas tecnologias, sem as quais qualquer atividade profissional e até mesmo a vida cotidiana se tornarão inviáveis.

As perspectivas que se abrem nos mais diversos campos do saber implicam um modelo educacional permanentemente aberto ao novo, ao dinâmico, ao interativo – atento a uma realidade que se transforma a cada momento.

Formar o jovem para um mundo globalizado e para os novos parâmetros envolve a capacidade de utilização dos recursos infindáveis da informática, da computação, da telemática e das infoways que acenam para uma revolução cultural tão transformadora quanto foi, no seu tempo, a invenção da imprensa.

A absorção do novo, contudo, não pode prescindir de uma sólida formação, de uma compreensão lúcida das novas realidades e do domínio de equipamentos básicos para a vida: a competência linguística, o raciocínio lógico e matemático, a iniciação científica, a consciência ambiental, a visão histórica e a formação ética para a cidadania, além do domínio dos modernos recursos tecnológicos, passaporte privilegiado para o mundo futuro.